Grêmio vence Confiança, mas coletiva expõe leitura de Luís Castro sobre evolução e problemas do time

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Treinador valoriza desempenho, mas aponta falhas de entendimento tático e crescimento interno durante essa temporada

O Grêmio venceu o Confiança pela ida da quinta fase da Copa do Brasil e abriu vantagem importante na disputa. Com gols de Carlos Vinícius e Amuzu, o Tricolor pode até perder por um gol de diferença na volta que ainda assim garante vaga na próxima fase da competição.

Apesar do resultado positivo, o momento gremista segue dividido entre três frentes. A equipe comandada por Luís Castro também está focada na disputa do Brasileirão e da Copa Sul-Americana, o que exige ajustes constantes no desempenho coletivo.

Na entrevista coletiva após a partida, o treinador deixou claro que a análise vai além do placar. “Nós aqui pretendemos dar o máximo de conforto quando estão dentro de campo, nem sempre iremos favorecer todos”, iniciou, destacando a gestão do elenco.

Crescimento individual e visão de evolução

O técnico também reconheceu que o modelo de jogo pode gerar desequilíbrios. “É natural que essa proposta de jogo às vezes exponha mais os centrais, nossos volantes gostam mais de sair”, explicou, ao comentar a estrutura tática da equipe.

Mesmo com oscilações, o comandante valorizou a evolução de alguns jogadores. “Estão crescendo mais, Martins e Viery estão jogando bem”, afirmou, indicando desenvolvimento interno do elenco ao longo da temporada.

Grêmio larga na frente no confronto
Grêmio larga na frente no confronto

Outro ponto destacado foi a influência direta dos resultados na percepção externa. “Tudo que se tem passado conosco, se colocássemos mais quatro pontos na tabela, tudo pareceria melhor”, analisou, reforçando que o desempenho nem sempre acompanha a leitura da tabela.

Apuração aponta problema de entendimento ofensivo

Além da coletiva, uma apuração do Bolavip Brasil identificou um ponto de atenção no setor ofensivo. Internamente, há entendimento de que movimentações dos jogadores de frente nem sempre são acompanhadas pelo meio-campo.

Em diversas situações, atacantes fazem o movimento de infiltração, mas os meias não conseguem interpretar ou executar o passe no tempo correto. Esse desalinhamento tem limitado a criação de chances claras, mesmo com boa ocupação de espaços.

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