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🚨 13º RELATÓRIO MENSAL DA RECUPERAÇÃO JUDICIAL DO VASCO
O 13º Relatório Mensal da recuperação judicial mostra dois cenários: o CRVG e a Vasco SAF estão cumprindo as obrigações vencidas do plano, mas enfrentam forte pressão de caixa e dependência de recursos externos.
A situação financeira piorou rapidamente. O caixa das recuperandas caiu de aproximadamente R$ 20 milhões no início de junho para cerca de R$ 9 milhões no fim do mês. Os recursos restantes teriam sido consumidos durante a primeira quinzena de julho.
Com o caixa pressionado, foi necessária a liberação de um novo financiamento DIP de R$ 40 milhões. O dinheiro foi destinado ao pagamento de obrigações de curto prazo e à preservação da continuidade das operações do CRVG e da Vasco SAF.
O principal alerta é que uma parcela relevante do empréstimo já foi usada para custear despesas correntes. A Administração Judicial aponta restrição de liquidez, pressão no fluxo de caixa e elevada dependência de capital externo para manter as operações.
O relatório também pede cautela com o superávit de R$ 126,4 milhões apresentado pelo CRVG em 2025. Grande parte do resultado veio de efeitos contábeis da recuperação judicial. A geração líquida de caixa no exercício foi de apenas R$ 2,2 milhões.
A Vasco SAF também segue muito dependente das negociações de jogadores. Em abril e maio, R$ 63,4 milhões dos R$ 115,7 milhões recebidos vieram de direitos econômicos de atletas, cerca de 54,8% das entradas do período, uma receita que não é recorrente.
Em resumo: o Vasco está cumprindo os pagamentos previstos na recuperação judicial, mas ainda não alcançou sustentabilidade financeira. O desafio é gerar receitas próprias suficientes sem depender constantemente de vendas, antecipações e empréstimos.
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Fonte: X Podcast Cruzmaltino



