Confira como o Vasco estava na pausa do calendário em outras edições de Copa do Mundo

PUBLICIDADE

confira-como-o-vasco-estava-na-pausa-do-calendario-em-outras-edicoes-de-copa-do-mundo

O Vasco passará toda a pausa do calendário de jogos com a incômoda sensação de estar na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. Sob o comando de Renato Gaúcho, o clube terminou a primeira parte da competição com sinal de alerta: foram três derrotas consecutivas que afundaram o time na 17ª posição, com 20 pontos.

O momento é encarado como uma possibilidade para corrigir a rota no clube – tanto com a chegada de reforços quanto com a recuperação de alguns atletas que não apresentaram o rendimento esperado no primeiro semestre.

Historicamente, as pausas foram um divisor de águas nas temporadas do Vasco. O ge traz a situação que o time se encontrava em cada uma das edições de Copa do Mundo na era dos pontos corridos, nos últimos 20 anos. Confira abaixo:

2006

A Copa do Mundo de 2006 colocou uma pausa no Campeonato Brasileiro na 10ª rodada. O Vasco estava próximo da zona de rebaixamento, na 14ª posição, com 13 pontos — a três de distância do Z-4. À época comandada também por Renato Gaúcho, a equipe carioca apresentou uma guinada no segundo semestre e chegou à última rodada na briga por uma vaga na Copa Libertadores do ano seguinte.

O time precisava vencer o Figueirense, em Santa Catarina, para voltar à competição continental, mas o jogo acabou em 0 a 0. Leandro Amaral teve a chance clara, aos 47 minutos do segundo tempo, mas mandou no travessão. O Vasco terminou na 6ª posição, com 59 pontos. A vaga ficou com o Paraná.

2010

Antes do Mundial da África do Sul, o Vasco estava afundado no Z-4. O Brasileirão parou na 7ª rodada, e o time de São Januário ocupava a 19ª posição, com apenas cinco pontos. Celso Roth, que havia substituído Gaúcho logo nas primeiras rodadas, recebeu uma proposta do Internacional e, para surpresa de todos na Colina, foi para o Beira-Rio.

Na volta após a Copa, já com Paulo César Gusmão no cargo de técnico, o Vasco melhorou seu desempenho, e os torcedores passaram a sonhar com Libertadores. A qualidade técnica da equipe melhorou com as chegadas de Eder Luis, Felipe e Zé Roberto – além da permanência de Carlos Alberto. O Vasco terminou o Brasileiro em 11º lugar e conquistou uma vaga para a disputa da Sul-Americana de 2011.

2014

O Vasco estava na Série B, quando o Brasil parou para receber a Copa do Mundo de 2014. O clube ocupava apenas a 6ª posição da competição na 10ª rodada, momento da pausa no calendário.

Apesar de um time recheado de nomes de peso no futebol brasileiro, como Kléber Gladiador, Douglas e Guiñazu, o Vasco não engrenou em nenhum momento da temporada, mas confirmou o retorno à elite com um modestro terceiro lugar, atrás de Joinville e Ponte Preta. Foi vaiado pela torcida no Maracanã no apito final do empate em 1 a 1 com o Icasa que selou o acesso. Na Copa do Brasil, a equipe foi eliminada pelo ABC nas oitavas de final também no retorno do calendário de jogos.

2018

Em um ano turbulento na política, o Vasco tampouco teve vida fácil dentro de campo em 2018. Zé Ricardo iniciou o ano no comando. Porém, durou seis meses no comando e pediu demissão pouco antes da pausa para a Copa do Mundo da Rússia. Antes do Mundial, o Vasco ocupava o 11º lugar, com 16 pontos.

Jorginho foi contratado. Durou dez jogos e foi demitido, ainda em agosto. Depois, Alberto Valentim e o auxiliar Valdir Bigode também comandaram a equipe. Com tantas trocas de treinadores, o Vasco lutou até a última rodada para evitar o rebaixamento. E uma contratação feita na pausa foi fundamental para evitar o pior: Maxi López. O argentino marcou sete gols e cinco assistências em 19 jogos. O time terminou em 16º lugar, com 43 pontos.

2022

Diferentemente das demais edições, a Copa do Mundo do Catar aconteceu no fim do ano, e o Vasco já havia finalizado sua temporada de jogos com a confirmação do retorno à Série A, após vencer o Ituano na última rodada da Série B, em Itu.

Agora, com o time novamente na zona de rebaixamento, a comissão técnica de Renato Gaúcho terá tempo para ajustar os erros para fazer com que o retorno em julho repita uma melhora de desempenho que foi vista, principalmente nas edições de 2006 e de 2010.

Fonte: ge

Mais recentes

PUBLICIDADE

Rolar para cima