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“Judas Couto” retornou ao clube cercado de expectativa, festa e tratamento de grande ídolo. Segundo valores amplamente divulgados, recebia cerca de R$ 1,8 milhão por mês, além de ter sua chegada acompanhada pela contratação de dois amigos, ex-jogadores de futebol, aumentando ainda mais o investimento feito pelo Vasco nesse projeto.
O clube abriu as portas. A torcida abraçou. Houve festa, apoio, paciência e respaldo.
No fim, o retorno que deveria ser marcado por identificação e gratidão termina de uma maneira completamente diferente daquela que muitos vascaínos imaginaram.
Se problemas de saúde foram determinantes para sua saída, isso merece ser tratado com a seriedade devida. Mas uma coisa não anula a outra: a Força Jovem e todos os vascaínos tem todo o direito de avaliar a passagem, a postura e o resultado dessa história e manifestar sua profunda decepção.
Para nós, esse ciclo está definitivamente encerrado.
Coutinho não representa mais aquilo que queremos exaltar dentro da nossa instituição. Por esse motivo, todo material, homenagem ou referência a ele existente nos espaços e canais da Força Jovem será retirado.
Não existe espaço para meio-termo: não é mais bem-vindo no Club de Regatas Vasco da Gama.
Ídolos são construídos não apenas pelo talento ou pelo lugar onde começaram. São construídos por identificação, respeito, compromisso e pela forma como tratam a instituição e a torcida que os abraçou.
A história segue. O Vasco continuará muito maior do que qualquer jogador, dirigente ou personagem passageiro.
Vasco por amor, Força Jovem por ideal.
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Fonte: Instagram GCTO Força Jovem do Vasco






