Avaliação aponta dificuldade de recuperação e levanta debate sobre meia na Seleção
A possível ausência de Estêvão na Copa do Mundo ganhou força após a confirmação de uma lesão muscular de grau 4 na coxa direita. O problema físico ocorreu durante partida contra o Manchester United e já é tratado como um dos principais motivos de preocupação no cenário da Seleção Brasileira.
A gravidade da lesão foi destacada por Fabrício, com passagens por São Paulo e Cruzeiro, que participou do programa Convocação CNN. Segundo ele, o retorno do jogador a tempo do Mundial é extremamente improvável, considerando o nível da lesão e o tempo de recuperação necessário.
“Eu nem sabia que existia um grau 4. Então, é praticamente impossível esse cara voltar pra Copa. Complicada essa lesão”, afirmou o ex-atleta, demonstrando surpresa com o diagnóstico e reforçando o impacto da situação.
Seleção pode perder peça importante
A ausência de Estêvão não afeta apenas o elenco, mas também o modelo de jogo da Seleção Brasileira. O jogador vinha sendo visto como uma possível solução para um problema recorrente: a falta de um meia criativo capaz de fazer a ligação entre o meio-campo e o ataque.
Fabrício destacou que esse cenário já era preocupante antes mesmo da lesão, especialmente após outras perdas recentes no setor ofensivo. Com isso, a lacuna na armação pode se tornar ainda mais evidente na disputa do Mundial.

“O grande problema é o 10. Quem vai fazer essa ligação do meio de campo com o ataque?”, questionou, apontando a necessidade de uma alternativa confiável para a função.
Neymar surge como alternativa
Diante desse cenário, Neymar volta a aparecer como opção para ocupar esse espaço criativo. A ideia seria utilizá-lo em uma função mais voltada à construção ofensiva, com menor exigência defensiva.
A sugestão, porém, envolve um uso mais estratégico do jogador, que não necessariamente atuaria em todos os jogos, mas poderia ser peça-chave em momentos específicos da competição.
Com a lesão de Estêvão e o cenário indefinido no setor criativo, a Seleção Brasileira entra em alerta às vésperas da Copa, precisando buscar soluções rápidas para manter o equilíbrio e a competitividade no elenco.





