Pedro Emanuel tem desafios e pontos de atenção na defesa do Vasco

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Para vencer o Palmeiras em São Januário e chegar à final da Copa do Brasil, não ter a defesa vazada pode ser fundamental para o Vasco. Pedro Emanuel terá obrigatoriamente uma mudança em relação à zaga do jogo de ida: Saldivia, expulso em São Paulo, não joga; Gabriel Pereira é o favorito para assumir a titularidade. Além disso, outras questões cercam a defesa vascaína para a partida que pode garantir a vaga na decisão e, de quebra, recolocar o time na Libertadores nove anos depois.

Volta de PH

Uma das novidades para o jogo de domingo é o retorno de Paulo Henrique, lateral direito titular da equipe. Um dos pilares defensivos do Vasco, PH começou no banco diante do Athletico-PR e entrou apenas nos minutos finais. Descansado, é provável que ele comece entre os onze em São Januário.

Desfalques

Se Paulo Henrique está de volta, os desfalques ainda são um problema. Saldivia está suspenso após ser expulso no jogo de ida, e Cuesta, com problemas no quadril, precisará de cirurgia e não joga mais em 2026. Com isso, Gabriel Pereira desponta como favorito a ser titular na zaga ao lado de Robert Renan. Desde que chegou ao Vasco, Gabriel foi titular apenas três vezes — nas derrotas por 1 a 0 para o São Paulo e por 4 a 1 para o Flamengo e na vitória por 3 a 1 sobre o Athletico-PR —, tendo Robert Renan como parceiro em duas delas (contra o Athletico o sistema tinha um trio de zaga).

Linha de quatro na defesa

Apesar da vitória em Curitiba ter sido conquistada com três zagueiros, é muito provável que o Vasco retorne ao sistema com linha de quatro para o jogo decisivo diante do Palmeiras. No jogo de ida, Lucas Piton foi titular pela esquerda e deu lugar a Cuiabano no intervalo, o que pode indicar outra dúvida para o treinador português.

Confiança de Léo Jardim

Se todo grande time começa por um grande goleiro, a posição no Vasco foi um problema na última situação decisiva da equipe na temporada. Contra o Boca Juniors, Léo Jardim falhou no gol que selou a eliminação vascaína, e agora precisará responder diante do melhor ataque da Copa do Brasil: o Palmeiras acumula 16 gols em sete jogos na competição.

Momento instável contra ataque poderoso

Por fim, a defesa vascaína enfrenta o forte ataque palmeirense justo em um dos momentos de maior instabilidade na temporada. São 12 gols sofridos nos últimos seis jogos, com uma média de dois por partida. A última vez que o Vasco não sofreu um gol foi na vitória por 1 a 0 sobre o Boca na Bombonera. Reencontrar o equilíbrio defensivo é parte crucial do caminho para a segunda final consecutiva na Copa do Brasil.

Fonte: ge

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